
A MPM Propaganda é uma agência que mobiliza as pessoas para influenciar públicos e mercados. Ao compreender o negócio do cliente, a agência utiliza todas as ferramentas existentes, além de propaganda, para criar e fortalecer marcas. É a união de estratégia e criatividade para as empresas e todos os seus clientes. A consequência é uma agência que desenvolve cases e é hoje uma das melhores do Brasil.
Uma das empresárias de maior sucesso do ramo da comunicação, Bia Aydar foi a responsável por comandar a volta da MPM ao mercado. Em 2005, Bia recebeu o prêmio “Mulheres Mais Influentes do Brasil”, da revista Forbes, e foi eleita “Empreendedora das Comunicações” pela revista IstoÉ Dinheiro.
Rui é sócio da MPM e já foi consultor e diretor da DM9 Institucional. Foi responsável pela campanha presidencial das primeiras eleições da história de Angola e, no Brasil, liderou campanhas vitoriosas para Fernando Henrique Cardoso. Rui também participou de cases memoráveis como a privatização da Telebrás e campanhas para o Ministério da Saúde, Correios, Telefônica, Ambev e a elaboração do caderno de encargos da Copa 2014.
Daniel é sócio e diretor de mídia da MPM desde 2004. Começou a carreira em 1991 na McCann-Erickson e em 1998 foi para a DM9DDB.
Um profissional fortemente associado à tecnologia e inovação na mídia Daniel é responsável por inúmeros cases de sucesso na mídia brasileira como a introdução da cerveja Bohemia na mídia impressa, a campanha do dia de Sofá para Blockbuster e Rádio Sul América Trânsito, entre outros.
Em 2009 passa a acumular também a direção da área de comunicação digital da MPM que inclui a criação e desenvolvimento de plataformas digitais para os clients da agência.
Eleito por 2 vezes pela revista About um dos 7 principais profissionais de mídia do Brasil, e o mídia do ano em 2006 pelo Jornal Propaganda e Marketing, Daniel acumula mais de 20 premiações em mídia, incluindo o Prêmio Abril, O Grand Prix do Premio Estadão e do Prêmio ABA/About e o Leão de Mídia em Cannes (2007).
Daniel também é Diretor de Inovação do Grupo de Mídia de SP, participa da área de Governança em Mídia no GTM (grupo de trabalhos de mídia) do CENP e é proponente e coordenador do projeto de certificação do profissional de mídia aprovado no IV Congresso ABAP.
Joanna Monteiro é redatora, formada em história de Arte pela UNB (Universidade de Brasília) e pós-graduada em Propaganda e Marketing pela ESPM. A profissional começou sua carreira na Ogilvy em 1995. Em 1997 foi para DPZ e logo em seguida, 1999, começou a trabalhar na W/Brasil. Em 2002 foi para Africa, onde atuou como redatora e Diretora de Criação. Ingressou na MPM como Diretora de Criação em 2008. Ao longo da sua trajetória, trabalhou para clientes como Unibanco, Sadia, Nestlé, Parmalat, Folha de S. Paulo, Mantecorp, Nivea, Mitsubishi, Itaú, Vivo, entre outras.
Cursou Comunicação Social pela Anhembi Morumbi e curso de profissionalização em Marketing pela Escuela Superior de Propaganda y Marketing em Madrid (Espanha). Com experiência de 14 anos no mercado publicitário, iniciou sua carreira na ADD (agencia do grupo Y&R), trabalhou na Grey WorldWide, na Delvico Bates (em Madrid), na Young & Rubicam, na Talent e na LewLara/TBWA. Entre outros clientes atendeu: Ericsson Celulares, O Boticário, Repsol, Minuano/Albany (Grupo Friboi), Bunge, Esso, CPFL Energia, Unimed, Gradiente, Folha de São Paulo, Copersucar/União, Cervejarias Cintra, GVT (Telecomunicações), IG Finance, Pedigree (Effem/Mars) e Mercedes-Benz, Lucky-Strike (em Madrid).
Com experiência de 10 anos na área de planejamento estratégico, Marô começou sua carreira na antiga MPM Propaganda, onde permaneceu durante quatro anos. Depois trabalhou na área de pesquisa de mercado na Research International, para clientes como Unilever, Fiat, Bank Boston e Michelin.
Na sua volta ao mercado de agências de publicidade, ingressou na Salles D´Arcy, atual Publicis, trabalhando durante quatro anos na estratégia de clientes como Bradesco, General Motors, Avon, Carrefour, Varig, Brasil Telecom e Sadia.
Em seguida, desenvolveu a área de planejamento estratégico na Carillo Pastore Euro RSCG, trabalhando para todos os clientes da agência e se destacando em importantes trabalhos para Embratel (Grupo Telmex), Peugeot, Citroen e Reckitt Benckiser.
Antes de ingressar na nova MPM Propaganda, trabalhou também como Diretora de Planejamento na Loducca Publicidade, conquistando novas contas – Ibi (braço financeiro da C&A, Cofra), Bertin Cosméticos (OX, Neutrox), KM Casa (Brilho Fácil, Gel Care, Coquel) e consolidando o trabalho estratégico dos clientes da agência.
Atualmente, é Diretora de Planejamento da MPM Propaganda trabalhando para todos os clientes da casa.
Fernanda Nigro foi sócia e Diretora Administrativa e Financeira da Face, uma das mais respeitadas produtoras de eventos do País. Há três anos assumiu a Diretoria Administrativa e Financeira da MPM, da qual também é sócia.
Um dos 20 maiores grupos de comunicação mercadológica e de serviços de marketing do mundo (fonte: Advertising Age, abril 2009), o grupo abc, foi fundado em 2002 por Nizan Guanaes e João Augusto Valente, tendo como sócio o Banco Icatu.
Batizado inicialmente de Ypy (primeiro em tupi-guarani), o grupo focou, num primeiro momento, sua operação na área de publicidade, através da retomada da sociedade com a DDB Worldwide-, Africa, MPM Propaganda e Loducca.
Em 2007, suas operações se expandiram para outras disciplinas do marketing, na compra de participação em empresas de serviços especializados em internet, eventos, marketing direto e marketing de ponto-de-venda como a B/Ferraz, Sunset, Reunion Marketing Esportivo, New Style, Hello e Tudo.
Simultaneamente, Nizan, Guga e o Icatu também passaram a contar com dois novos sócios no abc,: o publicitário Sergio Valente e o fundo de investimento Gávea. Na mesma época, a empresa mudou de nome para abc, que remete às suas principais áreas de atuação: Agências de publicidade, Below-the-line/Serviços especializados de marketing e Conteúdo/Entretenimento.
No ano seguinte, 2008, o abc, iniciou nova expansão com suas primeiras operações na área C e realizou, por exemplo, eventos proprietários como o Rio Summer.
Também em 2008, o grupo abriu sua primeira empresa fora do Brasil, com a aquisição da agência Pereira & O´Dell de São Francisco, Estados Unidos.
Em um dos episódios da primeira temporada do seriado Mad Men o redator Paul Kinsey apresenta a agencia para uma recém contratada assistente. Departamento por departamento ele vai descrevendo a função de cada um na visão de alguém que trabalhava em propaganda no início dos anos 60.
Depois ele descreve sua própria função, e comenta que é ele quem faz a redação dos anúncios de jornais, revistas, cartazes e da mídia preferida por ele: o rádio.
A televisão nem é citada.
No episódio seguinte a Sterling-Cooper inteira se reúne ao redor de um aparelho de TV para acompanhar a apuração da eleição presidencial americana de 1960 que elegeu Kennedy.
Marshall McLuhan já dizia que toda vez que aparece uma nova mídia a gente tende a utilizá-la como alguma mais antiga, com a qual temos mais familiaridade e referência. Claro que existem sempre os "early-adopters", mas em geral a sociedade demora um certo tempo para explorar as capacidades de um novo meio de comunicação.
E aí me pergunto, será que daqui a 50 anos alguém fará um seriado sobre nós profissionais de comunicação neste começo de século?
Sim, porque vivemos em um mundo que é digital nas suas mais variadas formas de consumo de mídia. Mais do que consumir, produzimos conteúdo como nunca pudemos antes. Temos webcams, iMovie e Youtube, temos câmeras digitais, Photoshop e Flickr, temos Flash, Wordpress, Twitter, Protools, Garageband e muito, mas muito mais.
Por outro lado, a maior parte da verba da produção mundial de conteúdo vai para plataformas analógicas. O mesmo vale para o investimento de publicidade em mídia.
A Internet é o terceiro maior meio de comunicação do país, de acordo com o Ibope TGI. Acho que nenhum leitor deste artigo passa um dia sequer sem acessar seu e-mail ou navegar ao menos em uma página web. Sem contar os smartphones, leitura de informação em terminais do tipo Bloomberg, painéis eletrônicos, iPods e uma infinidade de pontos de contato com informação digital hoje possíveis.
Vivemos então em um mundo e trabalhamos em outro? Somos nós uma geração Paul Kinsey?
2009 é um ano interessante porque as crianças que nasceram após 1990 eu considero como as crianças que nasceram dentro de um mundo digital para valer. Não 100% porque em 1997, quando elas começaram a ser alfabetizadas, a Internet não era uma coisa tão disseminada ainda, mas é fato que a referência desta turma já é outra.
Em 2009 eles fazem 19 anos e supostamente estarão em seus primeiros anos de faculdade, quem sabe procurando os primeiros estágios.
Serão eles os capazes de realmente criar novas formas de uso para o mundo digital que temos nas mãos?
Vejam, por exemplo, o Youtube. Tem de tudo lá. Muita coisa gravada da TV, muitos vídeos pessoais, muitos programas feitos para serem transmitidos pela web, e é claro, muitos casos de sucesso estrondoso como o Chad Vader ou mesmo a Dança do Quadrado. Mas quais destes casos realmente aproveitam totalmente as possibilidades da nova mídia? O Chad Vader? Ele é legal, mas o formato é semelhante ao de TV e produção caseira atingindo milhões de espectadores não é novidade desde o filme a Bruxa de Blair. E por aí vai.
Mais do que garotos de 19 se comunicando, teremos pela primeira vez uma geração de consumidores na idade adulta que já nasceram com a internet nas mãos.
Que não mandaram cartas para ninguém, só e-mails, que não pegaram longas filas em bancos porque utilizam internet banking desde sempre, que estão acostumados a mais de 50 canais na TV, que adoram expor toda sua vida no Facebook como um grande Big Brother.
São eles que vão comprar carros, beber cerveja, escolher um banco, comprar um apartamento e uma máquina de lavar louças.
E nós vamos simplesmente falar para eles verem nossos anúncios porque eles são legais ou porque compramos tanta mídia que eles não conseguem escapar?
Este artigo continua em http://twitter.com/dchalfon
Daniel Chalfon, é sócio-diretor de mídia da MPM, Nasceu em 74. Jogou muito Atari, viu E.T. no cinema, trocou os LPs por CDs, depois estacionou tudo num iPod e hoje ouve a last.fm no carro.
Os mais velhinhos devem se lembrar do filme que era cult nos anos 80. Desses que passavam no Ciniclube do Bixiga, em São Paulo, naquelas cópias maltratadas.
Chamava-se “O medo do goleiro diante do pênalti.”
Baseado no romance do austríaco Peter Handke, o filme contava a história de um goleiro que tinha uma grande questão filosófica: para que lado cair na hora do pênalti? A premissa era simples. Se o goleiro já tinha observado aquele batedor antes, provavelmente sabia para que o atacante chutaria do lado esquerdo. Mas se o batedor sabia que o goleiro sabia, chutaria do lado direito. Sabendo disso, o goleiro cairia do lado direito. E assim, sucessivamente, este imbróglio filosófico se perpetuaria durante os infinitos segundos em que o batedor e o goleiro se encaram até o juiz apitar.
Confesso que tenho um medo muito parecido com o do goleiro na hora que vejo um briefing pela frente. Me consola saber que os grandes atores já declararam que também se borram antes de entrar no palco. Mesmo que estejam apresentando pela milésima vez a mesma peça de teatro.
Hoje, a responsabilidade dos criativos passa pelos dois medos: o de encarar um briefing e o de apresentar numa reunião uma idéia nova o suficiente para fazer o cliente e o atendimento descobrirem que precisam mudar de agência.
E assim como batedor e goleiro, criativos e briefings também se cagam um do outro.
Nos últimos anos os briefings têm chegado cada vez mais espantados (ou espantadores).
“Não pode dizer que o hambúrguer é gostoso porque pode estimular crianças à obesidade.”
“Não pode dizer que é promoção porque a concorrência vai encontrar uma cláusula que desrespeita o Código do Consumidor.”
“Não pode dizer que o chocolate é diet porque pode canibalizar com o chocolate da mesma marca que tem 400 calorias.”
É a teoria do diz mas não fala, explica mas não conta.
E aí, quanto mais se sabe sobre o produto, sobre o mercado e sobre a concorrência, menos se arrisca.
É como o goleiro que sabe para que lado o batedor chuta.
É melhor não saber. É melhor seguir os instintos.
Sempre que pensei demais e senti de menos deu errado.
E todas as vezes que me coloquei na pele de quem compra ou de quem observa a propaganda deu certo.
Simplesmente porque consumidores (sejam eles telespectadores, ouvintes, internautas, leitores, pedestres, motoristas ou usuários de celular) não são jogadores, (ou players, como diriam os marketólogos), são torcedores.
E torcedor quer gol. Quer uma grande defesa. Nem que seja um gol de mão. Nem que seja tirando a bola com a canela.
É por isso que treino é treino e propaganda é jogo.
O lado chato da história é que a cada dia que passa tem ficado mais difícil convencer os dois lados (briefings e criativos) que existe uma terceira via.
Que pensar, pesquisar, fazer as análises SWOT a ponto de deixar de imaginar e de intuir é tão nocivo quanto criar sem pé nem cabeça.
Seguir os institutos é bom, mas não podemos esquecer de seguir os instintos.
Até porque, no futebol como na propaganda, a vida não se divide em lado esquerdo ou direito. Principalmente se o pênalti for batido bem no meio do gol.
Apesar da notoriedade da SulAmérica no mercado de seguros, o paulistano associava a marca predominantemente a seguro saúde. O Seguro Auto SulAmérica ocupava apenas o 4º lugar em lembrança em São Paulo, o maior mercado para a categoria. Seguros é um mercado comoditizado, em que a comunicação de benefícios e serviços semelhantes tende a reverter-se em favor do líder.
O desafio de comunicação colocado para a equipe da MPM era, por meio de uma proposta de criação diferenciada, fazer de 2007 o ano da virada para o Seguro Auto SulAmérica em São Paulo e ampliar os índices de awereness da marca.
Um problema comum a todos os motoristas de São Paulo é o trânsito. Por isso a equipe da MPM desenvolveu uma forma de comunicação que iria além da publicidade: uma rádio de interesse público que oferecesse e recebesse dos ouvintes informações sobre o trânsito, todos os dias, 24 horas por dia.
Única participação brasileira no livro Advertising Next, com os 150 casos mais inovadores na propaganda mundial.
A Leroy Merlin estava em um mercado altamente competitivo, com uma concorrência composta por grandes players e mais de 180 mil pequenas lojas/revendas de material de construção e reforma. Além disso, toda propaganda de home center no Brasil obedecia a uma equação simples: custo baixo, qualidade proporcional, e ênfase nas vendas em detrimento da construção de marca.
Era imprescindível ir além da comunicação focada em preço e formas de pagamento, e encontrar um posicionamento de varejo com vida longa, e que contribuísse para a construção de uma marca.
O caminho passou por entender melhor a relação do consumidor com a sua casa, já que existe uma correspondência de carinho e de orgulho, inclusive pela conquista de patrimônio que ela representa. Além de deixar evidente esta relação, a comunicação precisava desmistificar os problemas com a reforma e a construção, colocando a marca como um facilitador desse processo. Com o conceito “A casa da sua casa.”, as campanhas ressaltavam os diferenciais da marca – variedade e bom negócio – transformando a comunicação da categoria.
Há 4 anos com uma comunicação diferenciada, a Leroy Merlin alcança um resultado invejável: de marca desconhecida a Top of Mind na categoria de home centers em todo o Brasil, além do crescimento de 26% em um mercado que teve retração de 4% em 2007.
Mesmo pentacampeão e com jogadores que marcaram época, o Brasil não sediava uma Copa do Mundo havia 57 anos. Novamente candidato em 2007, era questão de orgulho nacional viabilizar a possibilidade de sediar novamente o torneio.
Desenvolver a comunicação e o logotipo, elaborar o caderno de encargos e a organização dos eventos da candidatura brasileira a sede do mundial de futebol de 2014.
A visão do Brasil no exterior sempre foi associada aos clássicos ícones carnaval e futebol, e para poder ser cogitado como um forte candidato era necessário apresentar outra ótica do País: uma visão de desenvolvimento, crescimento e posição global ativa. Então foi criado um grupo de trabalho dedicado exclusivamente ao desafio de realizar o caderno de encargos, reunindo jornalistas, designers gráficos, atendimento, produtores, planejadores, diretores de arte, art buyers, redatores, tradutores e profissionais de eventos. Este grupo coordenou as atividades para reunir o embasamento da candidatura, desde as garantias legais e governamentais necessárias, e detalhadas informações de infraestrutura, até a composição de um perfil institucional do País (cultural, político, econômico).
No dia 30 de outubro de 2007 o Brasil foi eleito país-sede da Copa do Mundo de 2014.
A GVT, empresa de telefonia fixa e banda larga, nasceu com o objetivo de ser a principal concorrente das grandes empresas de Telecom, prestando um serviço diferenciado e de alta qualidade. Quem conhecia GVT gostava, mas era preciso conquistar novos clientes para crescer ainda mais.
Com um volume de investimento menor que a metade do de seus concorrentes, a GVT precisava criar um significado claro e forte para a sua marca, para que seus diferenciais atraíssem novos consumidores.
Detectamos que a GVT realmente possui excelência em serviços. Ao contrário da maioria das telecoms, o atendimento e os serviços da GVT eram considerados tão bons pelos clientes que eles tinham orgulho de indicá-la para os amigos.
Suas vantagens eram verdadeiras e era preciso divulgar isso. E foi o que a MPM fez: criou um posicionamento que deixou evidente para todo mercado aquilo que os clientes já sabiam: a GVT é uma escolha feliz.
E para maximizar o investimento, foi implementada uma metodologia exclusiva para avaliar a efetividade da compra de mídia da GVT nos mercados locais.
Depois da campanha, os consumidores não só passaram a considerar a marca, como de fato tornaram-se clientes da GVT: o volume de ligações aumentou 25% e as vendas aumentaram 20%, com uma efetividade de compra de mídia que cresce 15% ao mês. E com a entrada da portabilidade, que facilita a mudança de operadora, cada vez mais consumidores mudam para a GVT: a cada um usuário que sai, sete novos fazem uma escolha feliz.
O Burger King chega ao Brasil somente em 2004, 25 anos depois do McDonald’s, que reinava absoluto e era sinônimo do mercado de fast food no País. Aquela hegemonia era tão forte, que outros players internacionais que chegavam ao Brasil não conseguiam se estabelecer, e por consequência, encerravam precocemente as operações.
Era preciso fazer frente ao McDonald’s, líder de mercado com 430 lojas. Havia também o agravante de ser uma marca totalmente desconhecida do grande público. Também era necessário enfrentar a descrença dos formadores de opinião, que pelo histórico de insucesso de outras operações internacionais não apostavam no crescimento da marca no Brasil.
O brasileiro agora tinha uma nova opção de escolha entre as redes de fast food, e o confronto direto com o líder era inevitável. Mesmo com inferioridade numérica – apenas 3 lojas – e limitação orçamentária, a postura irreverente da marca falou mais alto. O conceito “Abaixo a ditadura”, “desposicionava” o líder e os demais concorrentes. Para mobilizar mídia e consumidores, a MPM desenvolveu uma criação agressiva, disseminada em uma ampla estratégia que envolvia propaganda, mkt de guerrilha, táticas de virais e RP.
O início das vendas de celulares na C&A, representava um novo momento para a marca: aprender a operar em um novo mercado, composto por grandes fornecedores, grandes operadoras e agressivos players no varejo. Na comunicação, o mercado de celulares é saturado. Similar na forma e no conteúdo, sem grandes diferenciais, e com foco nos anúncios cooperados.
Ser percebida como uma grande player de celulares, alinhando-se aos principais valores da C&A Modas e entregando alto valor agregado. E sem cair na gritaria comum do segmento.
Trazer a telefonia para o mundo da moda C&A – fashion, descolado e amigável – posicionando o celular como um acessório de moda. A MPM desenvolveu toda a estratégia de comunicação, contemplando publicidade, PDV, eventos e ações diferenciadas.
A MPM soube trazer para a comunicação de varejo, aquilo que o celular já representa para muitas pessoas: status de moda. Durante a campanha, as vendas chegaram a ficar 80% acima da meta, e transformou a C&A em uma das maiores varejistas de celulares do Brasil em volume e faturamento.
Há 10 anos a CCR é responsável pela administração de rodovias em três Estados brasileiros, tendo em sua malha viária importantes rodovias para o desenvolvimento do País, e apesar disso, sua marca não era conhecida pelos usuários nem por formadores de opinião. Mesmo com preferência por trafegar em rodovias "pedagiadas", em função da alta qualidade conquistada após a concessão, existia também uma certa resistência dos usuários perante a cobrança do pedágio, principalmente por desconhecerem o retorno deste investimento. Isso criou uma oportunidade para a CCR apresentar-se ao público mostrando a relevância do que faz, o padrão do seu atendimento e a qualidade dos serviços prestados.
Divulgar institucionalmente a CCR e as suas rodovias, comunicando os serviços e os benefícios que elas proporcionam, e demonstrar ao usuário o retorno do investimento.
Para prestar contas de como o dinheiro arrecadado no pedágio é utilizado, era necessário construir-se um sentimento de que existe uma troca justa entre o usuário e a marca: ‘vai e volta’ – o dinheiro investido tem retorno em estrutura e serviços
O conhecimento da marca CCR entre usuários e formadores de opinião aumentou em 30% no período de um ano, além do fato de ter sido a primeira marca de concessionária de rodovias a anunciar, iniciando um movimento no segmento, que foi seguido pelos principais concorrentes.
A MPM Propaganda estréia no dia 28 de junho, em rede nacional, a promoção “Arquibancada Bridgestone” com o piloto Felipe Massa, que vai sortear ingressos para assistir aos treinos e à corrida do GP Brasil de Fórmula 1, que acontece dia 18 de outubro, no autódromo de Interlagos, em São Paulo.
A cada dois pneus comprados e montados, com alinhamento e balanceamento na Rede Oficial de Revendedores Bridgestone em todo o país, o consumidor ganha um cupom para concorrer a um ingresso com acompanhante e todas as despesas de viagem e estadia pagas.
A campanha contará com filme, anúncios de mídia impressa, mídia exterior (menos na cidade de São Paulo) e um hot site.
Ação reforça conceito “O melhor caminho” em diversos segmentos que a companhia atua;
“A CCR não é apenas uma empresa de infraestrutura que atua na área de concessão de rodovias. A companhia tem forte atuação nas áreas cultural, social, esportiva e faz girar a economia com seus investimentos, além de gerar empregos para a sociedade”, afirma o Vice-Presidente de Consulting da MPM Propaganda, Rui Rodrigues, ao definir o tom da nova campanha que a agência assina para a CCR, que será veiculada no dia 24 de junho em grandes jornais de São Paulo (Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo), Rio de Janeiro (O Globo) e Brasília (Correio Braziliense).
No jornal Folha de S. Paulo, além de uma chamada de capa, a CCR estará presente na primeira página de todos os cadernos (Cotidiano, Esportes, Dinheiro e Ilustrada). No caderno Dinheiro, por exemplo, o anúncio sai com o título “Há 10 anos, o desenvolvimento econômico está no caminho da CCR. No Caderno de Esportes, a peça (Há 10 anos, o esporte está no caminho da CCR) destaca os projetos da CCR na área, como a Caravana do Esporte, um programa coordenado pela ex-jogadora de vôlei Ana Mozer que oferece oficinas de vários esportes para jovens e educadores.
No Estadão, a CCR ganhará as capas dos Cadernos Metrópole, Economia e Esportes. No Metrópole, a peça (Há 10 anos, o melhor caminho para as pessoas) ressalta o projeto Estrada para a Cidadania, um programa de educação para o trânsito oferecido gratuitamente em escolas de cidades próximas às estradas administradas pelo Grupo CCR. Além disso, o anúncio destaca o projeto Estrada para Saúde, programa que oferece atendimento médico e odontológico gratuito para os caminhoneiros em algumas das rodovias do grupo.
Novo espaço da agência na internet foi todo desenvolvido pela equipe interna de Comunicação Digital;
A MPM estréia hoje, dia 22 de junho, o seu novo site institucional criado totalmente in house, e que traz mudanças importantes em formato e conteúdo, como na área de cases (nosso trabalho), que conta agora com mais informações e detalhes dos resultados alcançados para os clientes. Outra mudança importante é que a página contará com espaços colaborativos. Na seção O que pensamos, por exemplo, a equipe poderá escrever artigos sobre temas que envolvam o negócio da propaganda e da comunicação. Além disso, o pano de fundo da homepage estará em constante movimento com fotos enviadas pelos colaboradores da agência.
O site traz também os links diretos para as páginas da agência no Linkedin, Facebook, Twitter, You Tube, Flickr e Orkut. Outro destaque está na localização dos escritórios da MPM pelo Brasil, que serão agora integrados ao Google Maps. “Outro ponto importante é que o site foi todo produzido em html, css e javascript. Não optamos pelo Flash porque o público que visita nosso site está atrás de conteúdo de fácil acesso e quer as informações de forma prática e dinâmica. A tecnologia Flash nos dá imensas possibilidades multimídia, mas nesse caso elas de nada seriam úteis”, ressalta o Gerente de Projetos da MPM, Raphael Franzini.
O website da MPM contará também com a seção notícias, com informações das últimas campanhas da agência; a seção quem somos, com os perfis dos executivos, posicionamento da agência e perfil do grupo abc,; e o espaço nossos clientes, que traz a carteira de clientes da casa. Na seção de contato, o internauta poderá enviar currículo para a agência, a imprensa, fazer solicitações, e prospects, se comunicar diretamente com o Atendimento.
A partir de 10 de junho, os cariocas terão uma novidade no dial. Com investimento de R$ 15 milhões, surge a rádio SulAmérica Paradiso, uma parceria inovadora entre Patrick Larragoiti Lucas, da Sulamérica, e Alexandre Accioly, Luiz Calainho e Fernando Di Gênio, do grupo Dial Brasil. O projeto de parceria foi idealizado pela MPM Propaganda, agência de publicidade da SulAmérica, em conjunto com a Paradiso.
A associação, acordada para os próximos três anos, envolve o casamento das duas marcas numa audaciosa estratégia de co-branded. O resultado é uma programação com mais informação, prestação de serviços e boa música de sempre, unindo o conceito de bem-estar e saúde presente nas duas empresas. Com a parceria, a marca SulAmérica será levada para os mais de 860 mil ouvintes da Paradiso FM, sendo 52% das classes A e B e 81% da faixa etária de 25 a 59 anos.
A MPM Propaganda apresenta suas páginas institucionais nas redes sociais Facebook, Orkut, Linkedin e Twitter. O projeto tem o objetivo de disseminar, entre diferentes públicos, nossa filosofia de trabalho expondo cases e o posicionamento da agência - uma agência mobilizadora.
A MPM mantém desde 2007 páginas no You Tube e Flickr. Visitem todos esses canais de contato clicando nos botões localizados no rodapé do site MPM.
Depois de distribuir aos assinantes da Revista Capricho um exemplar da Revista Claudia para presentear as mães, a MPM Propaganda criou uma ação entre as rádios 89 FM (target adolescente) e Alpha FM (target adulto), onde o filho poderá ligar para a 89 e fazer uma declaração para mãe e lhe dedicar uma música. A música escolhida será tocada na rádio Alpha.
A melhor homenagem vai ganhar dois aparelhos celulares Nokia (um para o filho, outro para mãe) e será anunciada ao vivo no domingo do Dia das Mães com um link ao vivo entre 89 e Alpha.
“Nesse Dia das Mães, a C&A quer ver você e sua mãe assim: juntinhas”. Esse é o conceito da nova peça que a MPM assina para a C&A Celular, que vai unir, na edição de maio, o target adolescente da Capricho ao target das leitoras da Revista Claudia (veja foto em arquivo). Cerca de 21 mil assinantes da revista Capricho vão receber junto com a sua revista uma edição da Revista Cláudia para presentear suas mães.
A MPM Propaganda estréia no dia 12 de abril, em TV, Rádio, Jornal e Internet, a sua primeira campanha de mídia de massa para a Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô), cliente conquistado em setembro do ano passado por meio de concorrência. Construída dentro de alguns pilares de princípios do Metrô como Eficiência, Segurança, Respeito e Confiança, a campanha traz depoimentos reais de usuários e funcionários da Companhia e mostra porque o Metrô é o melhor amigo de São Paulo.
Com cerca de 25 milhões de usuários ao mês só no Brasil, o aplicativo mais famoso do Orkut, Buddy Poke!, onde as pessoas se expressam através de avatars, acaba de ganhar um novo personagem: trata-se do Wolverine que vai colocar as suas garras de fora e interagir com os usuários brasileiros. A idéia, criada pela MPM Propaganda e intermediada pela Menzel, em nenhum momento trará menção ao novo filme da Fox, X-Men Origens - Wolverine (com estréia dia 30 de abril no Brasil). “É uma inovação em mídia e uma maneira pertinente e relevante de se comunicar com o público jovem sem incomodá-lo”, ressalta o Sócio e Diretor Nacional de Mídia da MPM, Daniel Chalfon.
O Buddy Poke! do Wolverine vai permitir que os usuários enviem dois tipos de comando aos amigos: “garras de fora” e “pediu para reagir”. “A idéia é que os usuários brinquem entre si com o Wolverine, uma forma de aquecer o personagem para o lançamento do filme”, finaliza o Diretor Associado de Mídia, Daniel Spinelli.
Com o objetivo de fazer com que seus colaboradores se sintam mais desafiados e mais valorizados, a MPM Propaganda lança o Projeto SuperAção, que vai premiar a equipe que se superar em criatividade e pró-atividade com iPhones, viagens e até mesmo bônus em dinheiro. “A fórmula desse projeto é desafiar, remunerar e comemorar”, ressalta a Presidente da MPM, Bia Aydar.
O Projeto SuperAção pretende também dar uma perspectiva de futuro melhor para os seu colaboradores e, principalmente, revelar e valorizar os talentos do seu time. É muito simples: aqueles que se destacarem sendo mais pró-ativos e mais criativos ganham. “Se superar é aquilo que a gente faz todos os dias para os nossos clientes. É se superando que o mundo anda pra frente”, finaliza a Vice-Presidente da MPM, Gal Barradas.
A MPM Propaganda anuncia hoje a contratação de Rodrigo Krammes, ex-Gerente de Conteúdo do Portal Terra, como Diretor de Estratégia Digital da agência. A partir de agora, o profissional passa a desenvolver estratégias e soluções inovadoras em plataformas digitais. “Não estamos criando um departamento de criação on line ou mesmo de mídia on line. Esse é um modelo que o mercado já conhece. O foco é a gestão da estratégia das marcas dos nossos clientes nas mais diversas plataformas digitais. Por isso, fomos buscar alguém acostumado a criar produtos de sucesso e nascido e criado no mundo on line”, afirma o Sócio e Diretor Nacional da Mídia, Daniel Chalfon. Além da experiência no Portal Terra, Rodrigo Krammes tem passagens pelo Portal UOL e MSN (Microsoft).
Além de Krames, a MPM anuncia também a chegada de um Gerente de Projetos para a área de Comunicação Digital. Trata-se de Raphael Franzini, que estava em Londres onde trabalhava como desenvolvedor e gerente de projetos na agência digital Origin, terceirizada da BBC. Antes disso, trabalhou na incubadora de novas start-ups de internet Radfactory. Raphael fez mestrado em multimídia na Universidade de Westminster.
“É um investimento importante da agência em um setor com amplas perspectivas de futuro, e uma ótima novidade aos nossos clientes que vão poder contar com os serviços de estratégia, criação e desenvolvimento de suas marcas no mundo digital dentro da própria MPM, coordenados e atendidos pelos mesmos profissionais que já desenvolvem a estratégia de comunicação de suas marcas”, afirma a Presidente da MPM Propaganda, Bia Aydar.